O Santander decidiu não abonar as horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
A medida, que gerou insatisfação entre os trabalhadores, contrasta com a postura de outros bancos que resolveram conceder o abono, reconhecendo a importância do evento e valorizando os funcionários.
“Os funcionários já convivem com metas elevadas, redução de quadros e aumento constante da sobrecarga de trabalho. Exigir compensação por um período tão curto, em um evento que mobiliza todo o país, acaba frustrando a expectativa dos trabalhadores”, ressaltou a coordenadora da COE Santander, Ana Marta Lima.
Na avaliação da Contraf-CUT, a decisão do Santander destoa do espírito de valorização dos bancários e reforça a necessidade de ampliar o diálogo com o banco sobre temas relacionados às condições de trabalho e ao reconhecimento dos empregados.
*Fonte: Contraf-CUT