Entidades querem solução estrutural para a Cassi

A análise da situação econômica e da Cassi foi a pauta da reunião, na manhã de quarta-feira (27), entre representantes das entidades. À tarde, eles se reuniram com representantes do Banco do Brasil.

No encontro, houve consenso de que a Cassi necessita de medidas urgentes para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026.

Também houve consenso sobre uma estratégia conjunta para a negociação com o banco. Caso a proposta do Banco do Brasil apresentasse avanços concretos, ainda que parciais, haveria uma interrupção temporária da reunião para análise preliminar da Comissão de Representantes das Entidades.

A proposta do BB contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido.

Também preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados.

Porém, ainda não apresenta solução adequada para os colegas admitidos após 2018, para os funcionários egressos dos bancos incorporados e fragiliza ainda mais a situação dos associados auto patrocinados.

Diante da complexidade do tema e da necessidade de uma avaliação mais aprofundada, a Comissão de Negociação e o Banco acordaram um novo calendário de negociações: uma reunião virtual no dia 29 de maio e uma nova reunião presencial no dia 3 de junho.

*Fonte: Contraf-CUT