O diretor de Seguridade da Previ, Wagner Nascimento, divulgou um vídeo para reforçar que o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil segue com segurança e pagando em dia os benefícios dos aposentados e pensionistas.
O vídeo foi divulgado nos canais oficiais da entidade e faz parte de uma série que diretores da Previ gravaram nos últimos dias para gerenciar desinformações propagadas desde que o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Walton Alencar Rodrigues, propôs e conseguiu a abertura de uma auditoria sobre o Plano 1 da Previ.
Para a abertura dessa análise a alegação foi um déficit de R$ 14,5 bilhões, ocorrido antes de concluído 2024.
Entretanto, os diretores da Previ reforçam que a movimentação tem relação direta com mercado e cenário econômico, naquele período, e que não colocou em perigo o Plano 1, por conta da “gordura” que a entidade vem acumulando em seus mais de 120 anos.
“O que aconteceu ao longo de 2024 foi uma oscilação, o que não é incomum aos fundos de pensão e até mesmo em planos maduros, que têm quase todos os seus associados já aposentados”, afirmou, em outro vídeo, o diretor eleito de Administração da Previ, Márcio de Souza.
Fernanda Lopes, funcionária do Banco do Brasil e coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), explicou que a Previ sempre foi auditada por entidades internas e externas.
“Mas essa decisão, partindo do TCU, nos pegou de surpresa por diversos fatores”, afirmou a coordenadora.
Fernanda explicou que o TCU, em regra, é um órgão instituído para auditar entidades públicas, que utilizam recursos públicos, e a Previ gerencia recursos próprios, privados, dos funcionários e funcionárias do BB.
Além disso, o ministro Walton propôs um período muito específico, de janeiro a novembro de 2024.
“Mas se ele tivesse proposto um período um pouco maior, ou seja, a partir de 2023, veria que o Plano 1 segue em equilíbrio e produz resultados superiores aos pares, historicamente”, comentou Fernanda.
*Fonte: Contraf-CUT