Reunido no último dia 8 de dezembro, o Grupo de Trabalho (GT) Saúde Caixa discutiu sobre o acompanhamento trimestral do plano e os números projetados até novembro.
De acordo com o Grupo, as informações compartilhadas pelo banco reforçam a importância da mobilização da categoria e o acerto na aprovação do novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Saúde Caixa, com vigência a ser iniciada em janeiro de 2026.
Segundo as informações, o resultado indica um déficit de aproximadamente R$ 560 milhões, considerando as receitas e despesas acumuladas. Até novembro, as despesas totais já somavam R$ 4,005 bilhões, contra R$ 3,445 bilhões em receitas.
Para a representação dos empregados, a aprovação do novo ACT foi fundamental para impedir que esse desequilíbrio financeiro fosse transferido para as trabalhadoras e trabalhadores.
Outro destaque da representação dos empregados é a necessidade de fortalecer a luta pela aplicação do modelo de custeio 70/30 (70% dos custos pagos pelo banco e 30% pelos empregados) sem o atual condicionante do teto estatutário de 6,5% da folha, a fim de facilitar a ampliação da participação da Caixa no financiamento do plano.
A retomada das negociações sobre o fim do teto de gastos da Caixa com a saúde dos seus empregados e a igualdade de direitos após a aposentadoria para quem foi contratado a partir de setembro de 2018 está prevista para fevereiro de 2026.
*Fonte: Contraf-CUT