Congressos da Caixa e do Banco do Brasil têm abertura solene em São Paulo

A abertura do solene dos congressos nacionais dos bancos públicos foi realizada no final da tarde desta quarta-feira (17) na Casa de Portugal, em São Paulo.

O encontro reuniu delegadas e delegados de todo o país, dirigentes sindicais e representantes de entidades parceiras.

O Sindicato dos Bancários de Niterói e Regiões foi representado por Fábio Pimenta, do Banco do Brasil, e Luiz Fernando e Ricardo Hiller, ambos da Caixa Econômica Federal.

Os congressos dos bancos públicos antecedem a 28ª Conferência Nacional dos Bancários e irão definir as prioridades da Campanha Nacional 2026.

41º Conecef

O 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef) iniciou os debates com uma reflexão sobre o papel dos bancos públicos no desenvolvimento econômico e social.

Durante os debates também houve uma análise sobre os desafios da organização da classe trabalhadora diante das transformações no mundo do trabalho e do avanço da precarização.

A reunião segue, nesta quinta-feira (18), com debates sobre temas estratégicos para os empregados da Caixa.

36º CNFBB

A leitura do manifesto “Tolerância zero para casos de violência e assédio” marcou a abertura do 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB).

O texto foi lido pela coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Fernanda Lopes, que destacou:

“A Contraf-CUT, federações e sindicatos presentes afirmam que todas as pessoas têm o direito de serem tratadas de forma digna, respeitosa e justa, a viver uma vida livre de violência e assédio, sem distinção de idade, gênero, sexo, orientação e identidade sexual, deficiência, religião ou origem étnica”.

“Conjuntura e papel do BB como banco público” foi o tema da primeira mesa, que contou com a participação do economista e ex-técnico do Dieese Jorge Gouvêia como palestrante.

O economista fez uma análise sobre as instituições responsáveis pela regulamentação do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e a necessidade de discutir um novo modelo regulatório para um SFN a serviço do desenvolvimento econômico que favoreça toda a sociedade.

*Fonte: Contraf-CUT