Sexta, 27 Novembro 2020

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Vídeos dão nomes e rostos ao drama das demissões nos bancos em plena pandemia

Publicado em Seu Direito Terça, 17 Novembro 2020 12:01
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A saúde financeira do sistema bancário parece ter sido uma das poucas a não sofrer grandes abalos após oito meses de pandemia da covid-19 no país. A economia brasileira começou o ano com registro de “pibinho” por falta de ações do governo pela recuperação da economia. De março para cá, a situação só se agravou. O tombo previsto para o PIB no ano é superior a 5%. Empresas perderam negócios e trabalhadores perderam empregos. O desemprego explodiu, para mais de 14%.

 

Com medo da inadimplência, os três maiores bancos do país aumentaram suas provisões. Por isso, o lucro líquido alcançado por Bradesco, Itaú e Santander entre janeiro e setembro deste ano foi de “apenas” R$ 34 bilhões. Apesar da saúde sólida, as demissões nos bancos não pararam de ocorrer.

 

Em março, os três haviam se comprometido, em negociações com os sindicatos da categoria, que não haveria demissões nos bancos durante a pandemia. A onda de contágios ainda não acabou, o país chega a 6 milhões de casos, as mortes em decorrência da covid-19 voltaram a rondar a casa do milhar por dia e já somam 164 mil vidas perdidas. Mas se a pandemia seguiu de pé, a palavra dos bancos, não.

 

Demissões nos bancos têm nome e rosto

 

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo, houve quase 13 mil demissões no sistema financeiro em nove meses. O Bradesco, sozinho, deixou sem trabalho 1.300 pessoas entre março e setembro, de acordo com os bancários. Uma das reações encontrada pelos sindicatos e a confederação nacional da categoria foi recorrer às redes sociais para denunciar o trio de bancos que agravou a situação da economia do Brasil.

 

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