Terça, 26 Janeiro 2021

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BB: Eleições do CAREF começam nesta sexta (08/01)

Publicado em Banco do Brasil Quarta, 06 Janeiro 2021 13:37

 

Começa na próxima sexta-feira (08/01) a eleição do representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banco do Brasil (Caref).

 

A votação poderá ser feita através do SISBB e vai até o dia 14. Ao todo, 65 candidatos se inscreveram para a disputa.

 

O Sindicato, juntamente com a Contraf-CUT e a grande maioria dos sindicatos de bancários do país, apoia a eleição de Débora Fonseca (F2331616) para representar os funcionários no Caref.

 

A principal plataforma da candidata é a defesa do BB como instituição pública. Débora é contra a privatização e o enfraquecimento do BB e contra a venda de suas subsidiárias, como defendem Paulo Guedes e o governo.

 

Débora defende o fortalecimento da atuação do BB como agente de crédito para reativar amplos setores da atividade econômica, sobretudo a agricultura familiar e o agronegócio, principal pauta exportadora e geradora de divisas para o Brasil.

 

Apesar de ser impedida, pela legislação, de votar em pautas que envolvam questões funcionais no Conselho de Administração, Débora defende a valorização dos trabalhadores do BB, em consonância com as demandas dos funcionários e das entidades sindicais.

 

Débora é candidata à reeleição. Nestes dois anos de mandato, fez o contraponto às teses privatistas no Conselho de Administração e participou de inúmeras atividades em defesa do BB como instituição pública, procurando apoio junto a parlamentares, membros do Poder Executivo, associações e entidades de classe de trabalhadores e empresariais.

 

A definição do calendário ficou a cargo da Comissão Eleitoral e, na eventualidade de nenhum dos candidatos obter 50% mais 1 dos votos válidos, haverá segundo turno no final de janeiro.

 

O Caref tem como principal função fiscalizar as atividades do conselho, responsável pela execução das políticas do BB. Os bancários precisam ter um representante para defender e se posicionar contra os ataques que possam vir a ser aplicados pelo governo e pela direção do banco.